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Cartas ao pai

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Tenho uma dívida enorme para com Paulo Faria. Ele traduziu duas vezes, sim duas vezes, um dos meus romances preferidos, “Meridiano de Sangue”, de Cormac McCarthy. E fez essa bizarria por cerimónia, que é uma palavra em desuso, mas que significa uma desassombrada consciência do que existir é. Ele explica-o no prefácio à segunda edição daquele romance (Relógio D’Água, 2010): “Tudo o que fazemos é (ou deve ser) uma cerimónia, caso contrário avilta-se.” Não conheço Paulo Faria, mas gosto dele por se sentir no que faz.

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