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A herança de meu pai

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Quando se fala de heranças, deveria ser claro que as coisas materiais são o aspeto menos importante de uma transmissão que se for apenas dos direitos de propriedade disto ou daquilo verdadeiramente não se consuma. As heranças verdadeiras, aquelas que nos confirmam numa determinada filiação ou linhagem, têm por força que ser mais amplas, mais ambiciosas e, ao mesmo tempo, mais irredutivelmente pessoais do que a pura materialidade. Lembro-me de um verso de Ruy Cinatti: “Quem não me deu Amor, não me deu nada”.

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