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Por uma contemplação afetiva do real

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É impossível não reparar no impacto produzido pelos fundos das imagens de Ilda David, reencontradas agora na exposição da Fundação Carmona e Costa, com curadoria de Nuno Faria. As figuras são certamente muito importantes, mas os fundos revelam um trabalho de composição que não é apenas tributário da narrativa figural: em si mesmos configuram um gesto, uma tomada de posição e um programa. Na verdade, no trabalho de Ilda David não é a natureza que se vê ao fundo, embora apressadamente o possamos pensar.

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