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“Amoris Laetitia”

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O escritor António Alçada Baptista citava muitas vezes a opinião de Denis de Rougemont, que também era a dele, de que a crise do casamento começou quando os casamentos começaram a ser feitos por amor. Era uma blague, claro, mas também o princípio de uma reflexão séria sobre a complexa mutação em curso (alteração de mentalidades, de padrões sociais, de regimes de existência, etc.). Podemos sempre assentir, é verdade, e também a propósito do amor, que quem inventou o barco inventou o naufrágio.

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