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Expresso

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Há, em Itália, uma instituição fascinante. Na fronteira entre a Toscana e a Úmbria, o povoado de Pieve Santo Stefano tornou-se a ‘Cidade do Diário’, porque passou a hospedar, desde os anos 80, o arquivo diarístico italiano, uma instituição pública que recolhe escritos de pessoas comuns. Os documentos são, na sua maioria, correspondência privada, diários que não passaram do caderno onde foram redigidos, relatos de família ou memórias autobiográficas, e todo um mundo textual que vai dos livros de receitas aos apontamentos de viagem, dos conta correntes de mercearia a escritos anónimos de natureza política ou mística, conservados muitos deles em suportes precários e insólitos.

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