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Expresso

Pedro Mexia

O bom e o vilão

Em 1985, data da sua morte, Philip Larkin era o poeta preferido dos ingleses. Porém, menos de uma década depois, a publicação da correspondência e de uma biografia severa deixaram a reputação de Larkin nas lonas. Toda a gente sabia que ele era tristonho, frustrado, reaccionário: mas esses dois livros mostravam-no também racista, pornógrafo, misógino e cruel.

 

 

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