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Tão alto conforto

De vez em quando descobrimos um poeta. Um poeta que se torna importantíssimo, quando antes era apenas um verbete de enciclopédia. Aconteceu-me há tempos quando, num filme de Rita Azevedo Gomes, ouvi uma canção trauteada por uma das actrizes e as palavras da canção me pareceram, como dizer?, melhor que Cohen, não sei de elogio mais veemente. Investiguei quem fosse e dei com um poeta que conhecia vagamente: Philip Sidney, aliás Sir Philip Sidney, um aristocrata quinhentista. E, de repente, um nome das antologias, das histórias da poesia, tornou-se vivo, como é viva a grande poesia, mais do que tudo o resto.

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