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Invejo os homens que em 1956, na penumbra de um cinema, viram a Brigitte Bardot dos 20 anos em “E Deus Criou a Mulher”, fita esquecível de Vadim, não fosse a inesquecível BB. Embora tivesse entrado numa dezena de filmes, e fosse conhecida pelas fotos em biquíni, é em 56 que Bardot aparece de rompante como a primeira mulher sexualmente moderna, e de longe a mais desejável que o cinema nos ofereceu. Não que a sua filmografia seja assombrosa. Entrou numa obra-prima de Godard (com um plano, o das nádegas, que é um colosso quase teológico), filmou com Malle, Clouzot, e pouco mais digno de nota. Em compensação, a sua imagem e a sua irreverência são inesquecíveis.

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