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Pena Capital

Esta semana comemorámos um dos raros motivos de orgulho do Portugal moderno: a abolição da pena de morte para crimes civis, em 1867, decreto que Victor Hugo saudou nas páginas do “Diário de Notícias”. Quase um século depois, em 1957, o húngaro naturalizado inglês Arthur Koestler e o francês de origem argelina Albert Camus publicaram um volume conjunto que incluía as “Reflexões sobre a forca” de um e as “Reflexões sobre a guilhotina” do outro. À época, a pena de morte ainda vigorava de ambos os lados do Canal da Mancha, e os títulos explicitavam os métodos usados.

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