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Embora sem rumor

Conheço apenas parte da obra de Antonio Candido (1918-2017). Não estando disponíveis edições portuguesas, fui comprando todos os livros dele que encontrei em livrarias brasileiras, alguns dados à estampa, com um grafismo austero, numa editora para mim desconhecida do Rio de Janeiro. Essa discrição é bizarra, tendo em conta o estatuto de Candido, pioneiro e decano da crítica literária e dos estudos culturais, quatro vezes vencedor do Prémio Jabuti, Prémio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras, Prémio Camões, mestre de tantos intelectuais brasileiros.

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