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Das coisas novas

À imagem do que já tinha feito a congénere americana, a penúltima edição da “Rolling Stone” italiana trazia na capa o Papa Francisco, a quem eram dedicadas nada menos do que 25 páginas. É certo que a “Rolling Stone”, outrora a bíblia da contracultura, se “aburguesou”; mas ainda assim não se imagina outro Papa a quem a revista desse este destaque (João XXIII, talvez, mas morreu em 1963, e a “RS” começou em 67). Há, inegavelmente, uma boa vontade generalizada em relação a Francisco, da qual não gozou nenhum dos Papas anteriores (João Paulo II era muito amado dentro da Igreja, mas pouco apreciado fora). Descobrimos assim que as pessoas estavam disponíveis para prestar atenção a um Papa, desde que se tratasse de alguém com determinada atitude ou determinado tom.

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