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Perpétuo esquecimento

Don Fabrizio, o Leopardo, faz suas as palavras do sobrinho, Tancredi, “é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma”. E, no entanto, o príncipe de Salina, tal como o romancista Giuseppe Tomasi di Lampedusa, não está convencido disso. Politicamente, Lampedusa acreditava na mudança, e na mudança radical, mas quase sempre para pior. “O Leopardo”, escreveu um político italiano, Luigi Barzini, tem como tema o declínio das velhas virtudes, tornadas inúteis, mas também a ascensão das novas qualidades, que, sendo úteis, não corrigem as injustiças mas as tornam mais insuportáveis.

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