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Dois dias em Havana

Havana é uma cidade de mitologias. Há uma Havana afro-americana, vibrante, suada, sensual, uma Havana nocturna de orquestras e cafés callejeros, de rum e de rumba, do “puro fumo” dos charutos. É a Havana do exuberante e inventivo Guillermo Cabrera Infante, o homem que amava Cuba, e a quem Cuba doía. Levei um livro dele na bagagem como se fosse um guia. Ninguém era mais crítico daquilo que designou como “castradura”, mas ninguém vivia tão obcecado com a cidade de Havana, com a sua festa desassossegada de sons e sensações. Eu sou estruturalmente um nórdico, não um tropicalista, mas se há cidade excitante, ainda que embebida em nostalgia, essa cidade é Havana.

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