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Histórias sem remédio

Ia escrever esta semana sobre Edward Albee (1928-2016), mas na estante dei com uma das minhas peças favoritas, a “Jornada para a Noite” de Eugene O’Neill, escrita em 1940 e estreada em 1956, e que é um possível modelo do “jogo de massacre” doméstico que Albee aperfeiçoou. Dramaturgo de intensas mas pesadíssimas tragédias sociais, freudianas, mitológicas, como “Desejo Sob os Ulmeiros” (1925), “Electra e os Fantasmas” (1931) ou “The Iceman Cometh” (1940), O’Neill decidiu, passados os cinquenta, “encarar por fim os meus mortos”.

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