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Que compromisso?

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Por mais que isso desagrade a vozes conhecidas e a vozes anónimas, os cidadãos europeus de fé islâmica são cidadãos europeus, quer dizer, cidadãos franceses, britânicos, etc. Podemos certamente recusar “territorialmente” determinados preceitos do Islão, ou determinados entendimentos do Islão, chocantes face ao regime de liberdades garantido pelo nosso ordenamento jurídico; mas os cidadãos de uma democracia não podem ser tratados como um corpo estranho, como intrusos, como gente de segunda ou “sob suspeita”. Por esse motivo, um dos países mais “islamizados”, a França, está a organizar-se politicamente para instituir um “Islão de França”, integrado e pacífico, de modo a garantir que as comunidades islâmicas em território francês beneficiem de formação e financiamento autónomos, independentes de potências estrangeiras, e que se envolvam na participação política activa nos assuntos da República.

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