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O visível invisível

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De um lado, Hieronymus Bosch (c.1450-1516), no Museu do Prado. Do outro, Michelangelo Merisi, conhecido como Caravaggio (1571-1610), no Thyssen-Bornemisza. Um Verão madrileno com imagens antigas de homens tão diferentes, mas em ambos os casos com um cristianismo insólito, convulsivo.

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