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Torre

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Achei-me demasiado jovem para gostar de Montaigne. Isto há uns bons anos. Montaigne parecia-me um erudito tranquilo, qualidades que eu não possuía nem via que fossem viáveis. Foi-me fácil catalogá-lo entre os autores que merecem mais admiração do que entusiasmo, meia dúzia de ensaios bastaram, por fascinantes que fossem. Montaigne representava a personificação de todas as correntes da filosofia antiga que me intrigavam, o epicurismo, o cepticismo, o cinismo, mas sempre combati essas tendências em mim, e não sabia bem o que fazer de alguém que era tudo isso mas nada disso.

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