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Um temperamento

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Todo o mundo é composto de mudança e de resistência à mudança. Faz agora 60 anos que um cientista político de Cambridge e da London School of Economics, Michael Oakeshott, proferiu uma importante conferência sobre esse equilíbrio instável. O texto, depois integrado na colectânea de ensaios “Rationalism in Politics” (1962), intitula-se “On Being Conservative” e mantém-se ainda hoje como a mais concisa e astuta definição de conservadorismo: o conservadorismo enquanto “temperamento” e estratégia.

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