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Páscoa 1916

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Yeats encontrava-os ao fim do dia, vinham de rosto vivo, de trás de balcões e de secretárias, de casas cinzentas setecentistas, passava por eles na rua e cumprimentava-os com a cabeça ou com palavras amáveis e banais. Quem eram eles? “Este homem fundara uma escola/ E montava nosso cavalo alado;/ O outro, seu ajudante e amigo,/ Ganhava forças;/ Por fim podia fama ter granjeado,/ Tão sensível parecia,/ Tão ousado e tão belo em seu pensar./ O outro imaginei-o/ Como bêbado rude e presumido./ Tanto mal fizera, tanta amargura/ A alguns que me são bem queridos,/ Mas apesar de tudo morada lhe dou neste canto”. Esses homens chamavam-se Patrick Pearse, Thomas MacDonagh, John MacBride, e também havia uma mulher, “doce” e “estridente”, Constance Markievicz.

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