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Justiça poética

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Shakespeare morreu faz hoje quatrocentos anos, e pus-me a pensar qual o meu Shakespeare favorito. É talvez ainda “Hamlet”, bíblia de adolescentes indecisos, com “Otelo” quase empatado, porque em teatro nenhuma traição me tocou tanto; e há ainda o primeiro terço do “Conto de Inverno”, ou algumas cenas de monarcas destronados e desvairados. Mas cada vez mais me encaminho para “A Tempestade”, escrita em finais de 1610, estreada em 1611.

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