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Expresso

Do adeus

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Descobri Lars Gustafsson, como quase todos os seus leitores portugueses, com a tradução do muito celebrado “A Morte de Um Apicultor” (1978), editado na colecção de literatura estrangeira da ASA, graficamente a mais bonita das últimas décadas. Tinha então 20 anos. A morte na sequência de uma doença grave não era assunto que me interessasse à época, mas houve logo qualquer coisa atraente nesse romance nostálgico-sarcástico, feroz e minimalista. E reparo agora que comprei também a segunda edição (com a mesma tradução, de Ana Diniz) e, recentemente, uma terceira (com tradução de Afonso Cruz, com Mélanie Wolfram).

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