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Expresso

O verdadeiro Roth

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Não aprecio este género de livros “transparentes”, e nem me interessava especialmente conhecer “a versão dela”; mas gosto da frágil articulação entre confessionalismo, transfiguração, melancolia e vendeta. E isso define bem “Leaving a Doll’s House”. O livro de memórias publicado em 1996 pela actriz inglesa Claire Bloom tem um título que vem de Ibsen, da “Casa de Bonecas”, e da heroína “feminista” dessa peça, aprisionada num casamento que lhe faz mal.

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