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Expresso

Duas casas

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Convidaram-me recentemente para uma conversa sobre a ideia de “casa”, e eu levei dois poemas, nada mais útil do que os poemas. Levei, é claro, “Oh as casas as casas as casas”, de Ruy Belo, que me acompanha há vinte anos. Belo é um poeta da memória e de um tempo configurado em espaços, geralmente vastos como a praia ou a cidade. A casa é uma geografia mais delimitada e como que menos poética ou, antes, parte de uma entidade poética maior: a comunidade dos humanos.

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