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Inferno

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Era um daqueles talvez 20 livros que no princípio da faculdade formavam o meu pequeno cânone pessoal, um cânone caótico, incoerente. Chamava-se, chama-se, “Inferno” (1896-97), e foi escrito em francês por um sueco. Releio-o agora numa reedição e confirmo quão bizarra é a desconformidade entre o universo do livro e o meu campo de preocupações aos 20 anos. Porque este “romance” do dramaturgo August Strindberg está obcecado com o divórcio, a alquimia, o ateísmo, a teosofia, a paranóia, assuntos que me interessavam zero.

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