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Expresso

Quase vida

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Em conversa com um americano que ensina Literatura na universidade, pergunto quais os autores favoritos e menos favoritos dos alunos. Ele diz-me que eles detestam unanimemente Henry James: a intelectualização das emoções, a opacidade autobiográfica, a sublimação repressiva, o snobismo social, o tom elevado, a prosa densa. Os alunos não entendem James. E recusam a sua mundividência.

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