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Eleitoral

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Em 1969, Alain Krivine candidatou-se às presidenciais francesas, apoiado pela recém-fundada Liga Comunista, de tendência trotskista. E publicou um livrinho com um título provocatório: “La farce électorale”. Um dos slogans mais ácidos dos soixante-huitards proclamava: “Élections, piège à cons”, “eleições, armadilha para idiotas”. Krivine, militante destacado dos “acontecimentos de Maio”, candidatava-se às eleições, mas abominava-as. Considerava que a política por via eleitoral não é útil ao socialismo, uma vez que não se conhece nenhum parlamento que tenha derrubado o capitalismo.

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