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Expresso

Os controleiros

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As discussões sobre “escritores de esquerda” e “escritores de direita” são de alugar cadeiras. Tenho assistido a várias, nos últimos tempos, e fico sempre espantado com o esquematismo e o dogmatismo. Tomemos uns exemplos franceses. Como o “nouveau roman”, que teve a sua voga, e depois foi esquecido (injustamente, aliás). Os escritores franceses ligados a essa tendência tinham currículos esquerdistas impecáveis, militavam em todas as causas gauchistes da época, mas, ao mesmo tempo, defendiam uma ficção “desengajada”, formalista e elitista.

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