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Que se passa na saúde?

Não têm faltado sinais de profunda insatisfação com o sistema de saúde. Utentes que se queixam da degradação dos serviços, e profissionais que reportam situações insustentáveis. O regresso às 35 horas para uma parte dos profissionais, não devidamente compensado com contratações, é encarado como explicando o essencial dos problemas. Contudo, talvez a questão seja mais profunda e não se resolva, apenas, com contratações que compensem as cinco horas de trabalho remanescentes e as muitas saídas para a aposentação, para o privado e para a emigração.

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