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E agora, Guterres?

Os homens fazem a história em circunstâncias que não escolhem. A velha asserção assenta que nem uma luva aos desafios de António Guterres nas Nações Unidas. Há razões para entusiasmo. Guterres, ao combinar o realismo que lhe advém da experiência política anterior com um idealismo de matriz humanista, reúne qualidades excecionais para o exercício do cargo. Mais: o procedimento de eleição transparente e competitivo confere um poder a Guterres que destoa do dos seus antecessores. As Nações Unidas beneficiaram com uma eleição que teve características distintas, mas a natureza do próprio processo dá margem de manobra política a um secretário-geral que, desta feita, não foi escolhido com base em negociações infindáveis no conselho de segurança.

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