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Tenham medo

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O propósito da entrevista a Carlos Alexandre era humanizar o superjuiz e apresentá-lo como vivendo um quotidiano espartano — sem férias nem almoços. Contudo, neste exercício, o que ressaltou foi um atavismo de má memória, revelador de um país cabisbaixo, assente numa humildade desconfiada e uma conceção da justiça que, por mais referências a Kant e a Orwell que sejam feitas, não deixa de causar apreensão.

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