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Para lá do relvado

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Arnór Ingvi Traustason. O nome diz pouco, mas é tentador atribuir a este islandês uma quota-parte da conquista do Euro. Não fora o golo improvável que marcou à Áustria, Portugal teria enfrentado adversários bem mais difíceis. Da mesma forma que não fora o poste providencial, o remate de Gignac teria resolvido a final a favor da França. Pepe, o melhor central do Euro, teria ficado marcado por uma jogada em que falhou.

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