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O pote, de novo

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As sanções europeias não resistem a um teste de racionalidade: se forem aplicadas por força do incumprimento passado de um governo alinhado com a ortodoxia austeritária, são perversas; se, pelo contrário, servirem para punir um pré-crime, que a execução orçamental não indicia, confirmam o cenário dantesco em que vivem as instituições europeias. De uma forma ou de outra, com sanções, a Europa só estará a tornar o caminho de Portugal ainda mais estreito.

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