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Quem tem razão?

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A combinação de reações corporativas, reivindicações particulares e princípios ideológicos sobre o papel do Estado tem tornado a discussão dos contratos de associação bastante confusa. Mas vale a pena procurar a racionalidade, que está presente se bem que tenha evoluído ao longo do tempo. Quando Portugal, com notável atraso, começou a expandir a oferta educativa, o Estado não era capaz de responder a todas as necessidades.

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