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Expresso

A banalização do Presidente

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É preciso recuar a 1980 para termos um número de candidatos nas presidenciais que se aproxima dos dez que agora invadem canais televisivos e rádios em sucessões de debates indistintos. Mesmo assim, em 1980, no calor da transição para a democracia, os candidatos presidenciais foram apenas sete (também número máximo de candidatos na conturbada Iª República). Como não pressinto que estejamos perante um ímpeto de participação cívica ou num momento pujante da nossa vida democrática, este surto de candidatos não é sintoma de algo positivo. Pelo contrário: estamos face a uma banalização da campanha que se pode repercutir numa banalização da própria instituição Presidência da República.

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