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Expresso

Queda do muro ou perestroika?

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Depois de sucessivos apelos presidenciais a entendimentos com recurso aos exemplos europeus, onde a formação de governos depende de acordos parlamentares de geometria variável, assentes em negociações complexas que em muitos casos levam a que não seja o partido mais votado a liderar coligações, o resultado eleitoral acabou por colocar Portugal perante um contexto, lá está, europeu. Mais, pela primeira vez o partido mais votado (no caso uma coligação) não se insere no campo político maioritário. Até 2015, com a notável exceção de 1985 (onde o PRD baralhava as contas), sempre que o PS foi o partido com mais votos, a maioria dos deputados estava no campo esquerdo, da mesma forma que, quando o PSD foi o partido vencedor, a soma de deputados do PSD com o CDS gerava uma maioria absoluta.

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