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Expresso

Miguel Sousa Tavares

Quem nos governará?

O episódio em que António Costa homenageou postumamente as mulheres assassinadas por razões passionais em 2014 foi uma espécie de imagem de marca deste Congresso do PS: um gesto bonito e de efeito mediático, mas absolutamente inútil. Nem a homenagem serve, em termos práticos, para ajudar a resolver o problema da violência passional nem nos diz rigorosamente nada sobre o que pensa António Costa fazer, se os portugueses lhe entregaram o poder daqui a menos de um ano.

 

 

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