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Mas, por outro lado...

Estamos a chegar a um ponto próximo do limiar critico em que é preciso começar a traçar linhas vermelhas para a defesa de Lisboa e dos seus habitantes

O aeroporto de Lisboa rebenta por todos os lados: pelas pistas, que são só duas e já se pensa reduzir a uma para aproveitar a outra para estacionamento de aviões, visto que também falta espaço para tal, pelas portas de embarque e desembarque, pelos postos de fronteira, pela zona de recolha de bagagens, pelas próprias áreas de circulação de veículos. A saturação chegou avassaladoramente, com dez anos de antecipação sobre a data prevista, apanhando toda a gente desprevenida, começando pela Vinci, a empresa francesa que, sem qualquer experiência digna desse nome, ganhou a privatização dos aeroportos portugueses e revelou apenas a sua grande apetência para subir taxas sem parar e os transformar em caóticos centros comerciais, e a continuar nas autoridades aeroportuárias e policiais, notoriamente impreparadas para o fluxo acrescido de passageiros com que tiveram de se confrontar.

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