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Um desfecho anunciado: como o Facebook capturou as democracias

No princípio de tudo, o “inocente” Mark Zuckerberg só queria pôr de pé um sistema que colocasse em rede os estudantes da sua Universidade: foi um sucesso instantâneo. Mas quando o sucesso começou a expandir-se à velocidade da luz, revelando logo o seu imenso potencial — explorar a fraqueza humana do exibicionismo e fornecer um atalho que dispensasse o mundo das relações normais — Zuckerberg não deixou que o génio lhe escapasse da garrafa e se perdesse nas mãos de algum outro predador. Essa foi a sua verdadeira jogada de génio: desde sempre que ele soube até onde é que o Facebook se poderia expandir e até onde é que essa expansão poderia vir a revelar-se um perigo planetário, tal qual como os primeiros físicos que trabalharam na fusão do átomo sabiam que no fim do caminho podia estar Hiroxima.

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