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A grande ilusão

Para memória futura e para quem isso possa vir a interessar, podemos situar na madrugada da última sexta-feira para sábado o momento em que António Costa desistiu de governar, desistiu de seguir o programa político que propôs aos portugueses e aceitou passar de primeiro-ministro a simples equilibrista político. Nessa madrugada, ao desautorizar pessoalmente os ministros das Finanças e da Educação, obrigando-os a ceder mais uma vez à FENPROF, António Costa abdicou de qualquer ideia de futuro sustentável que possa ter para o país, substituindo-a por uma simples estratégia de sobrevivência no poder, pronto a ceder, passo a passo, ponto por ponto, milhão por milhão, tudo o que os seus insaciáveis aliados de Governo vão exigir, além de tudo o que já obtiveram.

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