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Fogo que arde sem se ver

Felizmente, existe a drª Teodora Cardoso e o seu Conselho de Finanças Públicas, uma entidade que não concorre a eleições e cujas análises podem ser discutíveis e até erradas, mas que não têm qualquer razão para não serem independentes e sinceras. Felizmente que ela existe, para que amanhã, se a desgraça nos voltar a bater à porta, os responsáveis não possam vir dizer que estivemos todos de acordo com as políticas que nos levaram ao desastre outra vez. Este é o Orçamento feito e apresentado a António Costa para assinar por Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Ana Avoila, da FESAP. É um Orçamento feito unicamente a pensar nas respectivas clientelas, sobretudo os funcionários públicos, e que aproveita o aumento da receita criado pelo bom momento da economia e pela política amiga do BCE para aumentar a despesa fixa e definitiva do Estado, criando as condições para, como disse Teodora Cardoso, deixá-lo financeiramente desarmado caso ocorra alguma das tantas coisas que podem correr mal.

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