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Olha, que chatice: vai ser preciso pensar!

Angela Merkel pôs o dedo na ferida, ao resumir de forma lapidar aquilo que tinha concluído durante aqueles três dias em que Donald Trump se deu a conhecer pessoalmente à Europa: acabou-se o “amigo americano”, estamos sozinhos, aqui no Velho Mundo, e vêm aí tempos diferentes e perigosos. Não é a primeira vez que um Presidente americano defende o isolacionismo dos Estados Unidos, mas é a primeira vez que um Presidente manifestamente demente o faz. Ao mesmo tempo que, de forma grosseira, foi à Cimeira da NATO exigir que os países da organização passem todos a gastar uma fortuna para assegurarem a defesa contra o inimigo russo (que deve ser comum), está, ele próprio, cada dia que passa, mais enterrado naquilo que já toda a gente percebeu ter sido uma íntima colaboração entre a Rússia e a equipa de campanha de Trump: só falta saber o grau de importância que essa impensável associação teve no desfecho eleitoral. Isto é, saber até que ponto estará Donald Trump nas mãos dos russos.

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