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Um novo ano. Apenas isso

Com um grande suspiro de alívio e um impensável elogio do “Finantial Times”: é assim que António Costa acabou o seu primeiro ano de Governo. Descida consistente do desemprego, com criação efectiva de novos empregos; súbita aceleração económica no terceiro e quatro trimestres do ano, permitindo antecipar um crescimento acima dos 1,2% projectados (após revisão em baixa) e mais próximo dos 1,5% de 2015; e, pela primeira vez em muitos anos, um défice público claramente abaixo dos 3% e previsivelmente abaixo até dos 2,5% previstos pelo Governo. Não vamos discutir penáltis, como se faz no futebol: são boas notícias para o país e são justo motivo de satisfação para Costa e Mário Centeno. Num ano, eles mataram o TINA e a fatalidade da política que nos foi imposta pela troika e adoptada como “mantra” por Passos Coelho e Paulo Portas. Mesmo para os contorcionistas da verdade (que confundem isso com carreira política), é difícil, senão impossível, virar os números do avesso e adaptá-los a outra verdade. Os números são o que são.

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