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A noite americana

E agora? Agora, os crentes que rezem e os não-crentes que façam figas. Mas vamos com calma. Vamos do mais para o menos, do terrível para o mau: ele não vai carregar no botão nuclear, a não ser por engano. Nesse aspecto, George W. Bush era bem mais perigoso porque se tomava por um herói, um “Presidente em guerra”; Trump toma-se apenas por uma vedeta do business e do show business, agora parcialmente reconvertido em Presidente — ele não iria querer destruir também os seus hotéis, casinos, campos de golfe e as outras preciosidades do seu bom gosto a que chama “oitavas maravilhas do mundo”. Segunda nota optimista: espero e acredito sinceramente que não fará mais do que os quatro anos do seu primeiro mandato.

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