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Confissões de um animalicida

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Aqui em Lisboa, os estivadores do porto entretêm-se numa greve de mês e meio, a juntar aos cem avisos de greve (umas consumadas, outras não, que apresentaram no último ano). Batem-se pelo direito adquirido de serem eles, o seu Sindicato, a determinar quem, quando e por quanto pode trabalhar no Porto de Lisboa, com exclusão de todos os demais. Ou seja, os pais, os filhos, os genros os cunhados e os amigos. Com isso, dão um notável contributo à economia, às exportações e ao Porto de Lisboa. É escusado falar na ilegalidade ou na inconstitucionalidade das suas reivindicações: fiquemo-nos pela sem-vergonha delas. Por acaso os senhores deputados da nação preocupam-se ou ousam preocupar-se com o assunto? Não, a tanto não chega a sua ousadia.

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