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Expresso

Desmancha-prazeres

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No debate da RTP, nove dos dez candidatos presidenciais (excepto Maria de Belém, que faltou), juraram por sua honra estar dispostos a morrer pelo Governo de António Costa e pelas 35 horas na função pública. O contrário excluiria muitos votos e nenhum dos candidatos se atreve a tal. Mas os 80% de trabalhadores que não vivem do Estado e que foram chamados a pagar a falência do Estado, todos aqueles que ouvem dizer que “não há portugueses de primeira e portugueses de segunda”, todos os que não recebem resposta alguma à pergunta “por que razão se há-de trabalhar menos no Estado?”, ficaram esclarecidos: a política é o lugar zero da coragem intelectual.

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