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Expresso

Sob um manto de ilusões

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Estes luminosos dias de um prolongado Verão de São Martinho e a proximidade do Natal trazem-nos aconchegados e desatentos — desatentos e fartos da política. Seguimos aconchegados pelo clima e pelas extraordinárias vantagens portuguesas, de que nunca nos damos conta suficientemente. Na nossa desatenção, e já na nossa quase indiferença, o teatro político prossegue, como se alguém ainda lhe desse a atenção e a importância de que se julga portador. Não me canso de repetir: apesar de tudo, há um país que existe por si mesmo, que não espera nada da política e que vive ou sobrevive o melhor que consegue. Se Portugal sobrevive e avança é graças a estes; os outros vivem de Portugal e do esforço alheio.

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