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Expresso

A campanha

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Ponto prévio: embora seja minha convicção que a forma tradicional de fazer campanhas eleitorais entre nós esteja de há muito ultrapassada, não posso deixar de respeitar os milhares de portugueses que ao longo de várias semanas andam pelo país fora, de cima a baixo, a apelar ao voto dos outros portugueses. Fazem-no com sacrifício das suas vidas profissionais, familiares e pessoais, dos seus tempos livres e, por vezes, até com sacrifício financeiro próprio, arrostando amiúde com a indiferença, a hostilidade ou mesmo as ofensas e insultos de quem os vê passar. É certo que os políticos têm feito muito para se autodesprestigiarem, mas a atitude do português comum, que está sentado no café ou na esplanada a dizer mal de tudo e de todos e que nem se digna ir votar porque acha que “são todos iguais”, não merece melhores políticos.

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