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Expresso

Não há motivos para sorrir

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Julgo que caminhamos paulatinamente para um desfecho eleitoral que, parecendo absurdo, sempre tive como o mais plausível: a vitória da coligação do Executivo. Pode parecer, de facto, absurdo que, depois de quatro anos de violência sobre as pessoas e a economia (que nenhum indicador atesta ter resultado em benefícios reais e duradouros), o actual Governo possa merecer a reeleição. Mas se isto assim suceder, sem dúvida que significa que a oposição — toda a oposição — não foi capaz de cavalgar o descontentamento geral e transformá-lo numa proposta política alternativa que uma grande maioria de portugueses achasse credível. Em particular, António Costa e o PS serão zurzidos sem piedade, em caso de derrota na noite de dia 4. Mas não serão os únicos vencidos nem os únicos culpados pela vitória do centro-direita.

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