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Expresso

Ai o capital!

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É muito simples culpar a regulação quando as coisas dão para o torto. No caso do Banif parece aliás óbvio apontar o dedo às muitas hesitações do Banco de Portugal. Infelizmente, tudo isto é um pouco mais complexo do que isso. O papel de um regulador consiste em manter-se especialmente atento a um conjunto de indicadores e, no caso de alguns revelarem sinais preocupantes, atuar rapidamente. Nenhum deles, ao que se sabe, acendia luzes particularmente encarnadas no caso do Banif. O rácio de depósitos sobre crédito alinhara com as diretrizes europeias e os próprios critérios de solvabilidade estavam acima do legalmente exigido depois da intervenção do Estado. O problema do Banif era outro.

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