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Processos Proibidos

Estamos no ano de 2045, continuavam as discussões psicóticas sobre a legitimidade de escutas telefónicas, a responsabilidade da violação do segredo de justiça, sempre nos casos de investigação e de acusação de titulares de cargos políticos, durante ou após o exercício das funções. As manchetes explodiam, os magistrados não dispunham de nenhum sistema informático seguro, o cibercrime encarregava-se da confusão e ninguém se encarregava do que importava verdadeiramente, a eficácia do combate à corrupção e suas patologias. Era urgente mais uma reforma.

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